Cyberbullying nas mídias sociais: faça e não faça

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O cyberbullying acontece quando uma pessoa ou um grupo tem como alvo e intimida alguém que eles acham fraco através de computadores, Internet e mídia social. As palavras machucam, e dói da mesma maneira offline e online. Mas, o bullying offline é limitado ao tempo e à pessoa. Quando o bullying online ocorre, atinge mais pessoas e se torna viral. Mais pessoas abusam da pessoa visada, pois ela é gratuita e está livre de restrições. O indivíduo-alvo geralmente mergulha em traumas e depressão. Eles podem até ter Transtorno de Estresse Pós-Traumático, onde feridas mentais afetam a saúde mental e psicológica. As pessoas cometem suicídio quando não conseguem suportar tal desumanidade.

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O que fazer e o que não fazer em caso de cyber-bullying?

Em primeiro lugar, não se deve responder ao agressor. Ele ou ela deve se lembrar que a reação é tudo o que o agressor deseja. O agressor é talvez uma pessoa negligenciada e ferida emocionalmente, que tem prazer em humilhar os outros. Quanto mais reação se dá, mais o agressor fica mais forte.

Se alguém é intimidado, deve denunciá-lo imediatamente no meio em que é abusado e bloquear a pessoa. Ele ou ela deve conscientizar os outros sobre o crime cometido pela pessoa e deve informar os pais, amigos e associados. As ações necessárias devem ser tomadas.

Não se deve retaliar o agressor. Se isso acontecer, o alvo se tornaria agressivo um dia e esse ciclo vicioso continuaria para sempre. Portanto, para parar de intimidar e sofrer bullying, o agressor nunca deve ser atacado pelo alvo, afogando-se no nível do agressor. Em vez disso, o evento deve ser relatado.

Se alguém disser algo terrível, ou abusar de alguém, a pessoa abusada deve manter seus valores morais. Mas, ele ou ela não deve pensar que a situação será resolvida por si só. Isso nunca aconteceu na história do bullying. Se alguém ignora o bullying, ele pode ser encorajado e tentar acertar outro.

Deve-se sempre armazenar as evidências. Ele ou ela pode enviá-lo à polícia ou à autoridade de prevenção de crimes cibernéticos, se a situação exigir. As mensagens não devem ser excluídas e as capturas de tela devem ser capturadas. Deve-se ajudar a superar a ansiedade e o trauma social se encontrar outras pessoas-alvo. A pessoa intimidada não deve ter vergonha de si mesma, pois não fez nada de errado. Deve-se conversar com um adulto respeitado. Ele ou ela deve ter em mente que compartilhar a dor interior com alguém é uma coisa corajosa a se fazer. É preciso coragem e força, não fragilidade como as pessoas comuns pensam. Por fim, deve-se tratar os outros como ele ou ela gostaria de ser tratado.

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Author: Liam